Psicóloga Perinatal • Atendimento Psicológico Online e Presencial
Acolhimento psicológico para mulheres que vivem ansiedade, sobrecarga emocional, inseguranças na maternidade e desafios do pós-parto.
Atendimento especializado em psicologia perinatal para mulheres que buscam suporte emocional durante a gestação, o puerpério e os diferentes momentos da maternidade.
Me chamo Fernanda, sou psicóloga perinatal e também mãe. Por meio de uma escuta empática, sensível e acolhedora, meu trabalho é ajudar cada mulher a compreender melhor suas emoções, fortalecer sua confiança e desenvolver recursos para viver a maternidade com mais segurança, consciência e cuidado emocional.
Suporte emocional para ansiedade na gestação, exaustão materna, culpa materna, adaptação à maternidade, pós-parto e saúde mental materna.
Sou Fernanda Helena, psicóloga (CRP 06/88837), com atuação clínica em psicologia perinatal e parentalidade. Acompanho gestantes, puérperas, tentantes e mulheres que enfrentam desafios emocionais ao longo da maternidade, com uma escuta acolhedora, sensível e especializada em saúde mental materna.
Meu trabalho é oferecer suporte psicológico para que cada mulher compreenda melhor suas emoções, fortaleça sua confiança e viva a maternidade com mais apoio, consciência e cuidado emocional.
O acompanhamento psicológico perinatal é voltado para mulheres que desejam viver a gestação, o puerpério e os diferentes momentos da maternidade com mais apoio emocional, acolhimento e cuidado com a saúde mental.
Apoio psicológico para mulheres que vivem ansiedade, frustração, inseguranças e desgaste emocional durante o processo de tentar engravidar.
Cuidado emocional durante a gestação para lidar com medos, mudanças, ambivalências, ansiedade e preparação psicológica para a chegada do bebê.
Suporte psicológico no pós-parto para acolher exaustão materna, culpa, sobrecarga emocional, baby blues e os desafios da adaptação à maternidade.
Conte com uma especialista formanda em Psicologia Perinatal e da parentalidade pelo instituto MaterOnline
O sigilo profissional em todo processo terapêutico, garantindo que todas as informações compartilhadas pelo paciente sejam tratadas com respeito e confidencialidade.
Ofereço atendimento terapêutico online, no conforto da sua casa, com total sigilo, flexibilidade de horários e segurança de um ambiente acolhedor.
A psicologia perinatal oferece suporte emocional para mulheres que enfrentam diferentes desafios ao longo da gestação, do pós-parto e da maternidade.
A psicoterapia com abordagem comportamental no atendimento em psicologia perinatal tem como foco a compreensão e a modificação de comportamentos, emoções e pensamentos que impactam a saúde mental da gestante, da puérpera e demais familiares.
Essa abordagem se baseia nos princípios da análise do comportamento, que considera que nossas ações são influenciadas pelo ambiente e pela aprendizagem ao longo da vida.
No contexto perinatal, a gestação, o parto e o pós-parto representam momentos de intensas mudanças físicas, emocionais e sociais, podendo desencadear desafios como ansiedade, depressão, medo do parto, dificuldade de vínculo com o bebê e adaptação ao novo
O processo terapêutico começa com uma avaliação detalhada da história de vida do paciente, identificando fatores importantes para o sofrimento emocional. A partir disso, a psicóloga e o paciente estabelecem juntas metas terapêuticas, que podem incluir estratégias para lidar com a ansiedade gestacional, desenvolvimento de habilidades para o auto cuidado e fortalecimento do vínculo.
Após o parto, é comum que as mães passem por mudanças emocionais significativas. O “baby blues” afeta até 90% das mulheres, causando tristeza, choro fácil e irritabilidade, mas desaparece em até duas semanas.
Durante esse período, é fundamental que a mãe receba suporte emocional da família e amigos, além de praticar o autocuidado. Caso os sintomas persistam ou se intensifiquem após esse período, é importante procurar ajuda profissional, pois pode ser um indicativo de depressão pós-parto. Já a depressão pós-parto, mais grave e severa, atinge 10% a 20% das mulheres e pode incluir tristeza intensa, falta de interesse e pensamentos negativos. Esses sintomas surgem nas primeiras semanas após o parto e, se não tratados, podem durar meses ou até anos. O tratamento geralmente envolve psicoterapia e, em alguns casos, medicação antidepressiva.
O apoio da família e dos amigos é crucial nesse processo. É importante desmistificar a ideia de que a maternidade é sempre um período de felicidade plena. Reconhecer e validar os desafios emocionais que podem surgir após o parto é fundamental para garantir o bem-estar da mãe e do bebê.
A saúde mental da mãe pode influenciar três áreas principais do desenvolvimento infantil:
A saúde mental da mãe tem um impacto profundo e duradouro no desenvolvimento do bebê, influenciando sua regulação emocional, capacidade cognitiva e habilidades sociais. No entanto, estratégias de suporte e intervenção precoce podem minimizar esses impactos, promovendo um ambiente mais saudável para o desenvolvimento infantil. Assim, investir no bem-estar psicológico materno não beneficia apenas a mãe, mas também garante melhores condições para o crescimento e desenvolvimento do bebê.
A maternidade é um período de intensas transformações, mas também pode ser exaustivo. A sobrecarga física e emocional, somada à pressão por ser uma “mãe perfeita”, pode levar ao esgotamento materno, conhecido como burnout parental. Fatores como falta de apoio, privação de sono e acúmulo de tarefas intensificam o desgaste, afetando a saúde mental das mães. Priorizar o autocuidado, dividir responsabilidades e buscar apoio são essenciais para evitar o esgotamento e viver a maternidade de forma mais equilibrada.
A culpa materna é um sentimento que muitas mães enfrentam em algum momento de suas jornadas. Ela pode surgir de diversas formas: questionamentos internos sobre suas escolhas, comparações com outras mães, pressão social ou mesmo expectativas irreais de perfeição. A culpa está frequentemente associada à ideia de que a mãe deve ser capaz de equilibrar perfeitamente todas as áreas de sua vida enquanto atende plenamente às necessidades de seus filhos. Quando não é tratada, a culpa pode impactar negativamente a saúde mental da mãe, contribuindo para ansiedade, depressão ou sentimentos de exaustão emocional. Além disso, pode prejudicar a dinâmica familiar, uma vez que mães sobrecarregadas emocionalmente podem ter mais dificuldade em criar um ambiente harmonioso. Como Psicóloga Perinatal meu objetivo é ajudar pacientes a desconstruir a sensação de culpa materna em um processo que envolve empatia, validação emocional e a promoção de novas formas de pensar e agir.
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