Nem todo mundo sente conexão imediata — e isso não te torna pior

O pós-parto pode vir com dor, exaustão, medo, hormônios, privação de sono e uma mudança brutal de identidade. Em muitas histórias, o vínculo nasce aos poucos, com repetição de cuidado e segurança.

O que costuma atrapalhar o vínculo

  • exaustão e falta de descanso mínimo
  • ansiedade/depressão pós-parto
  • parto traumático ou sensação de ter sido “engolida” pela experiência
  • pressão externa (“aproveita, passa rápido!”)
  • dor e dificuldades na amamentação/sono

Pequenas práticas que favorecem aproximação

  • contato pele a pele quando possível e confortável
  • observar 1 detalhe do bebê por dia (mão, cheiro, careta) sem cobrança
  • narrar o cuidado (“agora vamos trocar…”) para criar presença
  • reduzir visitas e “performance” social quando isso pesa

Quando a culpa vira sofrimento

Se você sente vergonha intensa, vazio persistente, pensamentos intrusivos ou medo de ficar com o bebê, vale buscar ajuda. Isso tem cuidado e caminho.

CTA: Terapia perinatal é um espaço seguro para falar do que “não pode ser dito” sem julgamento.